Fotografia:
“Não” ao aborto

Na qualidade de mulher e mãe, venho dar todo o meu apoio à posição tomada pelo Governo na oposição à entrada do “barco do aborto” em águas portuguesas.

N/D
4 Set 2004

Só lamento as reportagens feitas pela RTP1, televisão estatal, todas 100 por cento favoráveis ao aborto. E as outras?
À hora a que estou a escrever estas linhas de revolta, estou a ver todas essas reportagens e não só… Também a notícia da venda livre da “pílula do dia seguinte”.

Se é como a Simone de Oliveira cantou, e todos acharam bem, porque ela o fez na altura em que havia censura, por que mudaram de opinião esses mesmos “doutores baratos”?

Quem faz um filho, fá-lo por gosto… e mata-o a seguir? Gostava que me explicassem este paradoxo. Querem andar na vida livres e, depois, matar vidas inocentes?!

São os mesmos que apoiam a eutanásia, com a qual podem impor a morte aos pais e aos avós, porque os impedem de levar a vida que querem tal como a vinda de outro filho.

O referendo feito em Portugal deu um franco “não” ao aborto. Não se trata de discussão política. Por que se há-de agora dar cobertura a um barco onde se fazem abortos ou incita-se a fazê-los…

Muito obrigada Dr. Pedro Santana Lopes e Dr. Paulo Portas pelas medidas tomadas em nome de todos os que responderam “não” ao aborto.




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