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Perfeito perfeitíssimo… só Deus!

Aprendemos no início da nossa catequese as primeiras palavras com o seguinte teor: – Quem é Deus?
E nós crianças, ciosos por essa pergunta, ouvimos com atenção da boca da catequista:
– Deus é um ser perfeitíssimo, criador e Senhor do céu e da terra e de todas as coisas, visíveis e invisíveis.
– E onde se encontra?
– No Céu, na terra e em toda a parte, porque é imenso.
Aqui se reúne todo o poder de Deus, que está acima de todas as coisas, visíveis e invisíveis!

N/D
29 Ago 2004

A Sua perfeição é infinita e infinitamente se reflecte sobre nós, porque fomos feitos à Sua imagem e semelhança.

Mas nem sempre reflectimos nessa realidade, e nós, como seres humanos, nascidos e crescidos com origens do pecado dos nossos primeiros pais, caminhamos desordenados, desconhecendo da perfeição que Deus nos concedeu, cientes que nem tudo nos parece perfeito, e, pouco a pouco, a nossa fraqueza, se vai afundando, sem uma possível reconversão.

Parámos no espaço e no tempo, à procura de melhores dias; mas as incertezas, mergulhadas na solidão, vão-nos empurrando pelos caminhos enganosos, longe de atingirmos a perfeição.

A verdadeira perfeição exige de nós certos esforços, mas nem sempre queremos predispor obtê-la; caminhamos ao lado dela, pensando que com grandes fortunas a podemos dispensar, com isenção de tudo que nos possa valorizar.

A verdadeira perfeição exige ainda mais que compreendamos os verdadeiros ensinamentos, contidos nos seus mandamentos, com dez etapas, que todos reunidos se encerram em duas verdades: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos!

A boa cidadania exige de todos nós uma certa perfeição. Sem esse pormenor, ela torna-se torpe, insalubre e sem uma definição possível que enobreça a nossa atitude com bons predicados de cidadãos honestos e cientes das obrigações que nos dizem respeito.




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