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A crise da educação actual: os contornos da mudança

Nos tempos que correm, o sector educativo carece de especial atenção entre as políticas actuais devido à sua problemática complexa e de difícil gestão.

N/D
27 Ago 2004

Ano após ano, temos assistido a um constante desinvestimento neste ramo, não só a nível administrativo-governamental, mas também a nível de docentes.

A médio prazo, esse desinves-timento ganha contornos alarmantes e isso acaba por se repercutir nas elevadas taxas de insucesso escolar, a que infelizmente temos vindo a assistir. Torna-se, assim, algo frequente ouvirmos dizer que os sistema educativo está em crise…

Atendendo a que vivemos num mundo em constante mutação, parece-me de todo importante estarmos preparados para aceitar a mudança. Creio que está nas nossas mãos, professores, contribuir para o progresso da educação e do ensino, mas mais importante que isso, é não deixar esmorecer a ambição de querer sempre fazer mais e melhor.

Ciente de que um país que não pensa, dificilmente pode antever um futuro risonho, considero que é essencial a procura de novas soluções, bem como a invenção de novas estratégias e a adopção de práticas lectivas eficazes. Em suma: é urgente revitalizar o ensino.

Por tudo isto, será legítimo dizer-se que a escola do futuro será aquela que seja capaz de promover contínuas trocas de ideias e informações e que, concomitantemente, saiba interrogar-se no sentido de denotar e eficácia das suas práticas.

Só quando a escola e os professores estiverem verdadeiramente preparados para aceitar, assumir e implementar a mudança, é que realmente se poderá encaminhar para uma escola actual, uma escola do futuro.




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