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Fazer bem e deixar andar

Bien faire et laisser dire”. Pois é, é este precisamente o segredo-vacina contra a inveja e a maledicência que se exerce sobre quem trabalha: Fazer bem e deixar falar. Ou, se se quiser – “os cães ladram e a caravana passa”. Prefiro, contudo, por ser menos agressivo, a versão literal que referi: – Fazer bem e deixar falar.

N/D
23 Ago 2004

Bem sei que há sempre gente disposta à crítica fácil; demolidora e paralisante. Mas, se tudo o que fizermos for feito bem, o melhor que soubermos e pudermos, que interessa que os outros falem?… Deixá-los se ficam felizes! Sempre foi assim. É assim. Será sempre assim.

Não falta, de facto, quem fique feliz, nada fazendo mas dizendo de tudo e de todos sempre mal. À nossa conta e responsabilidade deve ficar o fazer bem tudo a que metemos ombros. Aliás, julgo que esta postura é boa para a nossa consciência (será o melhor tranquilizante!) e para a nossa relação com os outros.

Fazer bem, para lá da execução perfeita, atempada e cuidada, é também incluir o Amor como condimento indispensável à realização das nossas tarefas. Fazer bem, significa, por conseguinte, também, fazer com Amor. Ora, se o que fazemos se faz com Amor, com todo o nosso empenho e dedicação, para quê perder tempo à espera dos elogios dos outros, se o nosso trabalho bem feito nos realizou como pessoa humana?

«Bien faire et laisser dire» – «Fazer bem e deixar falar» – parece-me um bom programa de vida para mim e para cada um dos leitores. Vamos, pois, pôr o ênfase do nosso quotidiano em fazer bem tudo o que fizermos e deixar falar!…




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