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Nótulas soltas da minha agenda

Finalmente Braga está a começar a ficar bem servida de comboios

N/D
14 Jun 2004

1 A Eurovisão fez anos. Anos de um bom serviço à cultura europeia. Nem todos sabem, porém, que o seu bem conhecido hino é parte do Te Deum (hino de acção de graças) do compositor barroco francês Marc Antoinne Charpentier.
… E ainda querem opor-se à referência do cristianismo no preâmbulo da possível e futura Constituição Europeia!… Só a má fé explica este saneamento!

2. A Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos acaba de editar uma Instrução oportuna – “Sacramento da Redenção”. Será que vai ter o mesmo destino de outros documentos: o esquecimento?

3. Com data de 5 de Maio p.p., a Conferência Episcopal Portuguesa divulgou mais um documento notável sobre a vida. Pecou por tardio. Muito! Já aqui lamentei que não tivesse saído primeiro. Teria ajudado os tíbios. Mas, que destino vai ter?

4. Estas eleições para o Parlamento Europeu teriam ficado sem história se não fossem dois acontecimentos: a morte do Professor Doutor Sousa Franco e o nível baixo e descentrado dos debates. Lamento os dois. Perdeu-se um Homem. Perdeu-se uma boa ocasião de fazer pedagogia política neste país de analfabetos funcionais e que só percebe futebóis e telenovelas.

5. Finalmente Braga está a começar a ficar bem servida de comboios.

6. A notícia não mereceu grandes reportagens. Contudo, o motivo é fulcral para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia: três mil cidadãos (bem poucos, aliás, para a causa que era!) manifestaram-se em Lisboa a favor da liberdade de ensino. «Deixem-me escolher a escola dos meus filhos!» era slogan que se ouvia.

Era um grito contra a injustiça em que ainda vivemos: a do monopólio do Estado na área da Educação. É preciso e é urgente «inverter os caminhos da liberdade…»

7. Pelo contrário, teve cobertura mediática fantástica um pseudo-casamento de “gays” em França!…

8. Vi na 2:, no Domingo passado, uma notável entrevista com Ernâni Lopes. Claro. Profundo. Determinado. Frontal. Assim é que a gente se entende. Falou-se do presente e sobretudo do futuro de Portugal. Gostei que tivesse apontado rumos para o nosso país poder sair do “trilho do definhamento”! Teremos a ousadia necessária?




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