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Nótulas soltas da minha agenda

1Perdoem-me os meus leitores habituais. Hoje, as minhas Nótulas não vão ser minhas! Recorrerei a documentos da Igreja, exclusivamente. E porquê? Simplesmente porque quero dedicar estes brevíssimos apontamentos aos meus irmãos na Fé. Aqueles que, tendo recebido o Baptismo, confirmaram a sua adesão – a Fé em Jesus Cristo, único Salvador ontem, hoje e sempre e que, apesar de tantos percalços, continuam lutando por serem fiéis às promessas do seu Baptismo, apesar dos falhanços diários e das contradições da vida. Aos meus irmãos na Fé dedico, pois, estas nótulas nesta fase de vida de Portugal em que, mais uma vez, se procura dizer que o Aborto não é crime, mas que deve resultar de uma simples decisão da hospedeira, a Mãe!

N/D
1 Mar 2004

2. “O ser humano deve ser respeitado e tratado como uma pessoa desde a sua concepção e, por isso, desde esse mesmo momento, devem-lhe ser reconhecidos os direitos da pessoa, entre os quais e primeiro de todos, o direito inviolável de cada ser humano inocente à vida”.
(Congregação da Doutrina da Fé, Instruções “Donum vitae” – 22 Fev.87)

3. “A vida humana é sagrada e inviolável em cada momento da sua existência, inclusive na fase inicial que precede o nascimento. Desde o seio materno, o homem pertence a Deus, que tudo perscruta e conhece, que o forma e plasma com suas mãos, que o vê quando ainda é um pequeno embrião informe, e que nele entrevê o adulto de amanhã, cujos dias estão todos contados e cuja vocação está já escrita no “livro da Vida””
(João Paulo II, Carta Encíclica “Evan-gelium vitae” – 25 Março 95)

4. “Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um acto que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão, e proclamada pela Igreja”
(João Paulo II, Carta Encíclica “Evan-gelium vitae” – 25 Março 95)

5. “Reivindicar o direito ao aborto, ao infanticídio, à eutanásia, e reconhecê-lo legalmente, equivale a atribuir à liberdade humana um significado perverso e iníquo: o significado de um poder absoluto sobre os outros e contra os outros. Mas isto é a morte da verdadeira liberdade”
(João Paulo II in Discurso sobre “Direito à vida na Europa” – 18 Dez.87)

6. “De facto, a inviolabilidade absoluta da vida humana inocente é uma verdade moral explicitamente ensinada na Sagrada Escritura, constantemente mantida na Tradição da Igreja e unanimemente proposta pelo seu Magistério”.
(João Paulo II, Carta Encíclica “Evangelium vitae” – 25 Março 95)

7. “Além disso, são infames as seguintes coisas: tudo quanto se opõe à vida, como seja toda a espécie de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário” (…) “Todas estas coisas e outras semelhantes são infamantes”
(Concílio Vaticano II, “Gaudium et Spes” n.º 27)




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