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A exportação não só da crise… mas da doença!…

A notícia chegou-nos pela Comunicação Social. Depois da pedofilia, acidentes e do bom comportamento da equipa de futebol em França, a comunidade portuguesa do Luxemburgo está infectada e afectada pela sida; a prevalência da doença é cinco vezes superior à da população local.

N/D
2 Jan 2004

Os cerca de 50 mil portugueses residentes no Luxemburgo representam 13% da população local. São pessoas maioritariamente de sexo masculino, com 30 anos, e de baixo nível cultural, tendo contraído a doença em relações heterossexuais sem protecção. A variante mais encontrada é o subtipo C, que começa a ser predominante em Portugal. Facto que sugere que as infecções foram contraídas no País.
E o jornal conclui: “A predominância de HIV/ Sida no seio da comunidade, por enquanto, ainda não chegou ao conhecimento geral. Porém, se a situação se agravar, teme-se fenómenos de rejeição e xenofobia”.

Aqui estão as consequências do País das “amplas liberdades”, que agora até luta pelo aborto ou o despenaliza, sob a batuta de um Presidente ateu, para quem vida, nao vida, ou zigoto, tudo é igual…

Depois de uma campanha a favor do ” amor de carapuço ou de tripa de cão”, sentem-se as consequências até no exterior, porque no País os casos de sida triplicaram. Será por falta de euros para a compra de capacetes de bombeiro? Não seria melhor uma educação sexual moderada e bem conduzida, nos moldes que o Natal nos inspira e a Igreja ensina?

Mais grave ainda é o facto de que se trata de pessoas, que vivem isoladas em péssimas condições sociais e de habitação, porque os alugueres custam três vezes mais do que em Portugal: trabalham, por vezes, por conta de outros portugueses, que os exploram e, como muitos só falam portugues, “torna-os muito fechados e pouco acessíveis as mensagens de prevenção”. O que diríamos de outros países, onde estão, ou ainda chegam portugueses? Estão a ver as consequências das liberdades desenfreadas e da exportação da crise de um País euro-comunitário? Grave ainda e sintomático é que atinge, com uma aceleração atípica, os que chegaram há menos tempo. Casos conheço de droga também atingidos, mas nesta sociedade, há outras medidas de controlo e defesa…

Realmente tudo o que é negativo medra em Portugal. Exporta-se a crise da crise e a sida. É este o desafio. O que temos então a vender ou exportar mais para a Europa, depois de exportarmos escravos sem vergonha, e recebermos outros ainda para mais construção? Porquê?! Onde estão os Assistentes Sociais para os que vivem sem os religiosos?

Respondam as Embaixadas e Consulados que apoiaram e subsidiaram há anos Centros e associações para conservar “guetos” de lusitanidade, de copos e cartas, mais sob o seu controlo ideológico e político. Diagnostique-se sobre as causas de tantos jovens, alguns universitários, com cursos incompletos, que rumam ainda para estes países, e outros como a Suíça, para limpar estábulos e servir por baixo preço em cafés e restaurantes.

Hoje são de cada vez mais explorados, porque os de Leste se aproximam, e trabalham por preço mais baixo!… Cada povo tem que se defender, mas numa solidariedade colectiva, onde os interesses e o lucro não se sobreponham… Outros conheço eu que investiram todo o seu dinheiro na compra de cimento e betão armado, e hoje têm os seus apartamentos vazios, arruinados ou por alugar,sem rendas nem direito de as exigir… mas os empreiteiros têm casas com piscina, andam de bons Mercedes e BMW!… Como se compreende tão pouco respeito pelos “emigrantes”? Porquê rendas tão baixas (1/3 dos países comunitários) num País cheio de “caixotes” e choldras apalaçadas? Que se faz para atrair esta gente, mesmo os poucos que estudaram fora? Esta nova classe de “vampiros” deve ser denunciada, num País, já com mais casas de cimento e betão do que habitantes, que explorou, miseravelmente, os mais indefesos e pobres! Que deve a maior parte desta gente ao País, se nem preservou os seus contratos de trabalho e pensões, lhes chupa só os rendimentos e juros do que produziu fora? Onde estão os “vampiros”, agora, ou no tempo de Salazar? Um país assim mais parece uma choldra, que devia ter vergonha, e fazer abortos só para os que os comem, e para uma certa classe, que só tem exportado treta, mas nada de verdade, e se confrange numa guerra intestina inútil, como porcos assanhados à procura de lavadura… Até quando?!




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