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Nótulas soltas da minha agenda

1. «Sobreviventes de abusos sexuais» é a expressão que começa a “circular” relativamente às vítimas de abuso sexual e que, ao longo da vida, vão arrastando traumas violentos, quantas vezes sem respostas adequadas por parte da sociedade. Faltam equipamentos de apoio. Faltam técnicos especializados. Falta uma maior sensibilização para a dignidade da pessoa humana, sobretudo dos mais pobres, frágeis e excluídos.

N/D
15 Dez 2003

2. Passou o dia 1 de Dezembro em silêncio. Uma vergonha colectiva. Contudo, 1 de Dezembro de 1640 é um marco incontornável da nossa longa história. Alguns jornais publicaram o resultado de inquéritos de rua. É confrangedor a ignorância. Poucos jovens sabem o significado da Restauração da Independência.
3. Um pequeno terramoto político em França por causa do Direito à Vida: «um bebé por nascer não pode ser considerado uma pessoa e, por isso, não pode ter estatuto jurídico de pessoa»!… O que traz no ventre uma mulher durante nove meses? Uma “coisa” que no dia do nascimento, por magia, passa a ser um bebé? Mas que “coisa” é essa? Lá que é vivo e que tem vida, não se contesta. Mas sem direitos. O direito a ser tratado com prudência, saber, perícia, atenção, amor e com segurança é-lhe negado. E quem defender que “aquela coisa” deve ser tratada com aqueles cuidados é “católico fundamentalista”, pertence a uma “franja da sociedade” e é da “extrema-direita”! Assim. Sem mais nada. Vá lá que não lhes chamam criminosos!

Quem estas nótulas escreve tem este labéu. Que aceita com muita honra. Não por que é fundamentalista. Mas defende o fundamento da vida. Não por que pertence a uma “franja da sociedade”. É cidadão a tempo inteiro e sente-se integrado na sociedade. Não por que é da extrema-direita. Mas defende o Direito à Vida com todas as suas forças e defende o direito dos mais desprotegidos entre os desprotegidos: os bebés ainda não nascidos. E está radicalmente contra a pena de morte. Contra toda e qualquer forma de exploração do homem pelo homem. Contra a tortura, também. E o aborto, não é tortura?

4. Oito de Dezembro, Dia da Imaculada, Padroeira de Portugal e Nossa Rainha desde 1646. Como seria bom tê-la sempre presente na nossa vida e no nosso coração! Que nos dê a luz da Luz e ilumine o nosso caminho pessoal, familiar e colectivo. Onde Maria é Rainha, Jesus Cristo é Rei.




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