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A propósito dos “Prós e Contras”

Não posso ficar calada perante o que ouvi [nos “Prós e Contras” de 6/10/2003]. Para mim, foi triste, profundamente triste e deprimente o que ali se passou.

N/D
21 Out 2003

Resumindo e sintetizando: vi e ouvi os representantes da esquerda e da homossexualidade a defender e a ditar à Igreja Católica normas de actuação em função da «evolução da sociedade». A sociedade muda: a Igreja também tem de mudar, segundo eles. Quer dizer, a Sagrada Escritura tem de ser alterada, para se adaptar à depravação e à degradação dos costumes. Os Mandamentos da Lei de Deus, dados a Moisés no Monte Sinai, têm de ser alterados para satisfazer a vontade do mal e do pecado. Ir à Missa, ou não ir, ao Domingo, já não faz mal. Dá-se um sorriso e diz-se, complacentemente, que são católicos não praticantes.

Onde vamos parar nesta caminhada infernal? Na confusão e destruição dos valores eternos de que só a Igreja de Cristo é depositária.

Num grito de angústia da minha alma, apelo aos Cardeais de Roma, a todos os Bispos e Arcebispos do Mundo, a todos os Padres, a quem cabe a responsabilidade de condução das almas, que não se deixem levar pela corrente da confusão e da cedência. O Bem e o Mal ficaram gravados no coração do homem, desde os primórdios do seu aparecimento na terra. Ainda que a Doutrina Cristã não estivesse escrita, está gravada na nossa alma e nós sabemos muito bem o que devemos ou não fazer, com a liberdade que o Senhor nos deu. A Igreja Católica, fundada por Deus, não é conservadora, nem progressista; não pode mudar de cores, como o camaleão porque é filha, porque nós somos todos cristãos, filhos Daquele Deus, que se definiu como Aquele que É.

Não há marxismos, não há evolucionismos, não há alterações. A Verdade não muda, não se altera. «Eu Sou Aquele Que ɻ.

E termino com a minha oração, surgida da minha alma angustiada: – Senhor, protegei a Vossa Igreja, bastião único da orientação e esperança eterna dos nossos corações, tristes e desamparados, no meio do turbilhão infernal que nos rodeia. Fazei-a firme e inexpugnável na afirmação clara e conservação dos valores eternos que nos deixaste, para nosso Bem, neste mundo e na Eternidade.
Vós sois o Caminho! Vós sois a Verdade!

Repeti hoje, como outrora, Senhor as Vossas Palavras (só Vós tendes Palavras de Vida Eterna!): «Tu és Pedro. Sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra Ela».




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