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Papa – pároco do mundo!

Na 102.ª viagem apostólica de João Paulo II (fora de Itália) à Eslováquia, ouvimos esta singela, profética e profunda referência ao Papa como o ‘pároco do mundo’. De facto, no seu longo pontificado, João Paulo II tem estado nos lugares mais díspares, perigosos (atendendo às razões, condicionantes e perspectivas humanas) e prementes. Em cada hora o Papa tem sabido interpretar onde Deus o chama, o que deve dizer e quais as atitudes que deve ter.

N/D
3 Out 2003

Para muitos João Paulo II, pela sua longa idade e condição física (que não psicológica e sobretudo espiritual) é uma ‘pedra de escândalo’, de tropeço ou mesmo de confusão. De facto, o actual Papa é um sinal profético para a Igreja e para o mundo, desmistificando certos mitos da boa saúde, da capacidade de beleza ou da crença de velhos clichés materialisto-hedonistas… Deus está (mesmo) com ele, por ele e nele.
De uma forma simples sentimos que o Papa João Paulo II é esse pároco do mundo nas seguintes vertentes:

* Pastoral – ele fala com conhecimento das realidades quando denuncia, corrige ou admoesta, seja no decorrer das viagens pastorais, seja nas intervenções por ocasião das visitas ‘ad sacra limina’.
Quantas vezes conhece até pelo nome os seus interlocutores. Com que acutilância olha os problemas das dioceses, até ao mais recôndito de qualquer país ou nação.

* Teológica – as dezenas de cartas encíclicas, exortações ou cartas pastorais, discursos, homilias… traçam para além de perspectivas concretas para aqueles a quem se dirigem, também linhas-força da interpretação do que Deus nos quer dizer hoje, de forma actualizada e exigente. Quantas centenas de teses de doutoramento (só) sobre as encíclicas trinitárias! Com efeito, este Papa tem sabido dar-nos um manancial de doutrina, que nalguns casos até temos dificuldade em acompanhar a sua ‘produção’ vivenciada, vivencial e vivificadora.

* Sócio-política – Este homem de viragem tanto de século como de mentalidades, ficará na história da Humanidade como aquele que contribuiu para que se desmoronasse uma das barreiras culturais do século XX. O ano de 1989 é, afinal, um marco desta caminhada. Vindo do frio, de leste e da prova, soube como ninguém ganhar o respeito de crentes (nas mais diferentes religiões) e ateus, de políticos e do povo, sempre na fidelidade veiculada pelo Concílio Vaticano II, do diálogo da Igreja com o mundo. As intervenções sociais – particularmente por ocasião do Jubileu do Ano 2000 – são o reflexo do seu coração ardente, dinâmico e prospectivo.

Agora que se aproxima a celebração do 25.º aniversário da sua eleição para a Cátedra de Pedro – no dia 16 de Outubro – sentimos ainda mais que o Papa João Paulo II foi (e continua a ser) uma grande graça para a Igreja e para o mundo. Depois dele precisaremos de um Papa capaz de aprofundar o que ele semeou… A nova evangelização crescerá com o contributo de todos e na fidelidade ao Espírito Santo… Que os milhares de santos, que ele canonizou, sejam os nossos mais dignos intercessores para darmos continuidade à obra começada! Na 102.ª viagem apostólica de João Paulo II (fora de Itália) à Eslováquia, ouvimos esta singela, profética e profunda referência ao Papa como o ‘pároco do mundo’. De facto, no seu longo pontificado, João Paulo II tem estado nos lugares mais díspares, perigosos (atendendo às razões, condicionantes e perspectivas humanas) e prementes. Em cada hora o Papa tem sabido interpretar onde Deus o chama, o que deve dizer e quais as atitudes que deve ter.

Para muitos João Paulo II, pela sua longa idade e condição física (que não psicológica e sobretudo espiritual) é uma ‘pedra de escândalo’, de tropeço ou mesmo de confusão. De facto, o actual Papa é um sinal profético para a Igreja e para o mundo, desmistificando certos mitos da boa saúde, da capacidade de beleza ou da crença de velhos clichés materialisto-hedonistas… Deus está (mesmo) com ele, por ele e nele.

De uma forma simples sentimos que o Papa João Paulo II é esse pároco do mundo nas seguintes vertentes:

* Pastoral – ele fala com conhecimento das realidades quando denuncia, corrige ou admoesta, seja no decorrer das viagens pastorais, seja nas intervenções por ocasião das visitas ‘ad sacra limina’. Quantas vezes conhece até pelo nome os seus interlocutores. Com que acutilância olha os problemas das dioceses, até ao mais recôndito de qualquer país ou nação.

* Teológica – as dezenas de cartas encíclicas, exortações ou cartas pastorais, discursos, homilias… traçam para além de perspectivas concretas para aqueles a quem se dirigem, também linhas-força da interpretação do que Deus nos quer dizer hoje, de forma actualizada e exigente. Quantas centenas de teses de doutoramento (só) sobre as encíclicas trinitárias! Com efeito, este Papa tem sabido dar-nos um manancial de doutrina, que nalguns casos até temos dificuldade em acompanhar a sua ‘produção’ vivenciada, vivencial e vivificadora.

* Sócio-política – Este homem de viragem tanto de século como de mentalidades, ficará na história da Humanidade como aquele que contribuiu para que se desmoronasse uma das barreiras culturais do século XX. O ano de 1989 é, afinal, um marco desta caminhada. Vindo do frio, de leste e da prova, soube como ninguém ganhar o respeito de crentes (nas mais diferentes religiões) e ateus, de políticos e do povo, sempre na fidelidade veiculada pelo Concílio Vaticano II, do diálogo da Igreja com o mundo. As intervenções sociais – particularmente por ocasião do Jubileu do Ano 2000 – são o reflexo do seu coração ardente, dinâmico e prospectivo.

Agora que se aproxima a celebração do 25.º aniversário da sua eleição para a Cátedra de Pedro – no dia 16 de Outubro – sentimos ainda mais que o Papa João Paulo II foi (e continua a ser) uma grande graça para a Igreja e para o mundo. Depois dele precisaremos de um Papa capaz de aprofundar o que ele semeou… A nova evangelização crescerá com o contributo de todos e na fidelidade ao Espírito Santo… Que os milhares de santos, que ele canonizou, sejam os nossos mais dignos inter-cessores para darmos continuidade à obra começada!




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