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Se viesse uma chuvinha…

Olhar o céu azul logo pela manhã, prever um lindo dia de Verão e associar de imediato o sol, o calor, com incêndios e pessoas em sofrimento, perda de património e vidas, gera em nós de imediato um sentimento de mágoa, desolação e impotência. Meu Deus se viesse uma chuvinha, é o credo na boca de muitos portugueses. São imagens chocantes que chegam através da televisão, a todos impondo respeito, pela força com que as chamas avançam em direcção às habitações.

N/D
12 Ago 2003

Não é hora de polémica mas de agir, de pensar e ajudar, ficando as discussões e as reprovações, “se as houver”, para depois do rescaldo, aí parlamentares e Governo, irão explicar o inexplicável, sugerir, programar novas acções, para apoio às populações e todo o tipo de soluções para o futuro, na tentativa de criar postos de trabalho desenvolvendo um novo pulmão verde. Alguém na T.V., referia numa destas noites, medidas a tomar nestes casos. Referindo que países há, com temperaturas e vegetação idênticas às nossas, que estão organizados e prevêm estas situações que combatem com recursos preventivos e mobilidade rápida, por possuirem um programa específico, pronto a ser accionado a todo o momento.
Foi então referido como exemplo “o Equador”! Estamos em Portugal, século XXI e acompanhamos ou não o desenvolvimento internacional?

De nada vale lamentar quando o momento é de acção e, pelos vistos, temos de nos congratular, pela acção de populares e bombeiros, na luta contra a tragédia. Escassos são os meios, grande foi e é a vontade, o denodo posto por todos, os que nestes dias, no terreno enfrentam tão terrível como impiedoso inimigo. Aqui no nosso Minho ainda podemos felizmente consolar o olhar, com o esplendor duma beleza natural em que o verde perdura, as sombras abundam, a paz e tranquilidade permitem o repouso da contemplação duma paisagem que desejamos permaneça. Urge porém prevenção, fiscalização, cuidado e preocupação de todos, para que a pulmão verde, nos continue a privilegiar com todo o seu esplendor.

Férias no Norte, na cidade, campo ou praia, com saúde, sol e ricas paisagens, faz de nós privilegiados nos tempos que correm.

Todos temos o dever de ajudar a conservar, o que a natureza nos dá, sem nada exigir em troca. Vamos continuar a plantar árvores, para assegurar riqueza às futuras gerações.




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