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A emigração dos jovens

O jovem é naturalmente entusiasta, idealista, romântico, arrojado. Quer crescer em todas as dimensões. Também em contacto com outros povos, outras terras.

N/D
8 Ago 2003

A e(i)migração será uma porta de saída que o ajudará a resolver o problema do desemprego e da falta de postos de trabalho. O jovens constituem assim uma percentagem elevada da população emigrante. É a 1.a geração imigrante. Daí a especial importância que tem a emigração dos jovens, a fuga “alienante” dos jovens para a cidade.
Confiados no êxito, nem sequer pensam nos perigos que os espreitam. Estes, porém, multiplicam-se, resultando sobretudo da emigração clandestina, e da migração temporária, sazonal, fará dentro ou fora da nação.

As principais vítimas continuam a ser as raparigas. O facto deve merecer, da parte dos responsáveis, um especial cuidado. Conduzidas, por angariadores sem escrúpulos, que prometem chorudos salários, vão parar a bares e “boites”, caindo geralmente nas diferentes formas de prostituição.

Além disso continua a verificar-se que muitas crianças portuguesas, e não só, são utilizadas na exploração da mendicidade em diversas cidades espanholas. Vendem-se crianças para a prostituição. Cresce o turismo sexual e a pornografia para pedófilos, pela Internet.

Tudo isto projecta uma sombra de insegurança no futuro da gente nova. O Papa, dirigindo-se aos jovens, adverte: Vós, jovens, interrogais-vos: será que a sociedade tem necessidade de mim?
Poderei também eu encontrar trabalho adequado que me permita ser independente, constituir família em dignas condições de vida e, primeira dentre todas, numa habitação própria? Será mesmo que a sociedade espera a minha contribuição?

Os emigrantes esbarram com dificuldade. Basta-lhes adaptarem-se ao meio ambiente. Furtam-se desenraizados, incompreendidos, marginalizados. Precisam de anjos, de mensageiros, que os ajudam.




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