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Outro ponto de vista…

Hoje apetece-me contar uma estória… Ficcionada, que nada tenha a ver com a realidade! E qualquer semelhança, será mera coincidência.

N/D
27 Jun 2003

Era uma vez, assim começam todas as estórias de encantar, um menino, prendado e muito rabino.
Menino que se fez rapaz, cumprindo sempre com as suas obrigações, estudando, com calma, muita calma, cumpriu o serviço militar com galhardia, onde de forma heróica desempenhou funções de relevo, nomeadamente na promoção de festas no seu Quartel, onde de imediato se deu conta do seu estilo para o “business”, promovendo-se a organizador mor de eventos e festividades.

Oportuno, na altura não se conhecia a palavra oportunista, em momento de acaso é promovido a figura de relevo na terra onde habitava.

Senhor de faro, possuidor de saberes, logo é popularmente apelidado de Xico-esperto.

Fazendo jus à alcunha, lança-se em obras, obras e mais obras, ganhando dinheiro, dinheiro, muito dinheiro.

Com arte, que vai refinando no decorrer dos tempos, vai fazendo as suas aplicações, mas sempre com grande generosidade e sentido de serviço. Ora dá, oferece mesmo a uns, ora tira a outros…

Homem feito, de formação católica, torna-se um benfeitor… Um dia, só para as suas criancinhas, compra uns pequenos imóveis no valor de um milhão de contos. Não temos só um benemérito, passamos a dispor de um filantropo.

Mas este rapaz que se fez homem é um sentimental!…

Por razões de partilhas, coube-lhe a posse do Castelo de família. Como sentimental que é, tratou de imediato de o colocar no mercado. O Castelo, deveria ser de todos, a sua interioridade, a sua espiritualidade impelia-o a este novo acto de desprendimento.

O Castelo seria a nova casa, de todos, da zona onde guardava as suas melhores recordações de infância.

Rápido no pensamento, ligeiro na acção e profundamente imbuído da sua caridade anónima, promove encontro, gastronómico registe-se, com um representante das populações, onde de forma brilhante diz: “rapaz, vais fazer um brilharete! Vou dar-te uns dinheiros (de todos) e tu vais comprar o meu Castelo para o povo lá da tua terra. Como sou muito tímido, introvertido, vamos fazer assim, Bzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz e Bzzz, e não te preocupes com mais nada!”

Festa no reino, com lágrimas de satisfação, abrilhantadas, também, com um grupo que era suposto ser oposição.

O Rei não vai nu, põe é tudo a nu, até a falta de vergonha de uns tantos.

Post-Scriptum: A próxima crónica versará sobre o S. João de Braga. Não ficcionarei!




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