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Outro ponto de vista…

Respeitando o conselho de uma pessoa amiga, esta semana, a minha abordagem não enfocará em aspectos de política doméstica, antes procurará dar testemunho da minha forma de ver, sentir e viver a realidade de Fátima.

N/D
16 Mai 2003

Visitei o Santuário de Fátima, pela primeira vez, em Agosto de 1981. Reconheço que a experiência então vivenciada, provocou-me um estado de tranquilidade e paz inexplicável. Por vários momentos, foi esse espaço sagrado, por mim utilizado em pausas de reflexão; em diálogo interior, procurei sentir a mensagem de Fátima.

Contudo, reconheço que não atribuí, nunca, importância exagerada ao chamado segredo de Fátima, mas sempre me causou inquietude a verificação que de facto a mensagem dada aos homens por Maria ia adquirindo cada vez maior sentido e propriedade.

Num mundo hodierno, em que o lugar da espiritualidade do ser é substituído pela materialidade do ter, tem sempre sentido o conteúdo da mensagem transmitida aos pastorinhos.

O despojamento dos videntes, a autenticidade de vidas oferecidas à oração, tudo parece ter um sentido outro. O de respeito pela essência livre do homem, onde até em determinados momentos o homem renega a sua própria natureza de ser para os outros. Mais, o profundo encanto deste espaço, onde tantos e de tantas formas dão sentido à mensagem.

A mensagem de Fátima, para mim, mais não é do que um convite à oração, ao despojamento e a uma viagem interior que nos permita em última instância sermos melhores.

No mês de Maria, a convite desta amiga querida, o meu testemunho.

Finalmente, no meu entendimento, Fátima é mesmo o Altar do Mundo.




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